quarta-feira, 6 de junho de 2012


Fungo descoberto na Amazônia pode ser solução para o fim de plásticos em aterros


lixao.jpgOs fungos podem se alimentar de poliuretano, plásticos industriais poluentes/ Foto: fabiane13
 O plástico é tido como um agente nocivo ao meio ambiente. Ele costuma ser tema da maioria dos projetos voltados para materiais biodegradáveis e reciclagem. A intenção é sempre a de reduzir o uso desta substância tóxica que se espalhou pelo globo e está poluindo cada ecossistema conhecido. Mas parece que a Mãe Natureza decidiu dar uma ajudinha. Trata-se do “Pestalotiopsis Microspora”, um fungo que pode utilizar e quebrar o poliuretano, um dos mais comuns e poluentes plásticos industriais usados pelo homem.
O fungo foi descoberto em uma expedição pela Amazônia, realizada por um grupo de investigadores da Universidade de Yale. Eles esperam que o fungo que se alimenta de plástico também possa corroer os problemas do mundo de resíduos.
Segundo o IBTimes, o aspecto surpreendente dos fungos, é que eles podem se alimentar de poliuretano de forma anaeróbica. Enquanto a maioria dos outros métodos de eliminação de poliuretano produz monóxido de carbono, a utilização do Pestalotiopsis Microspora pode livrar o planeta de seu lixo plástico de forma biodegradável.
Os cientistas estão ainda estudando o fungo e seu mecanismo de ação. A esperança é que essa descoberta se traduza em criações de aterros futuros capazes de reduzir e eliminar a ameaça de plástico.
A descoberta dos fungos foi relatada no artigo “Biodegradação de poliuretano de poliéster por fungos endofíticos” no Journal of Applied and Environmental Microbiology.

segunda-feira, 5 de março de 2012


Para carregar celulares, brasileiro cria máscara que converte respiração em energia



De olho no mercado cada vez mais promissor da produção de energia limpa e pensando em ajudar as tantas pessoas que, diariamente, sofrem com a falta de bateria no celular, justamente quando não há nenhuma tomada por perto, o designer brasileiro João Lammogliaprojetou o AIRE.
Trata-se de uma máscara capaz de converter a respiração humana em eletricidade para carregar pequenos gadgets. Como? A invenção possui miniturbinas eólicas em seu interior, que transformam o ar expelido por quem utiliza a máscara em energia – que é transferida a pequenos eletrônicos – como celular, GPS e iPod – por meio de uma espécie de cabo USB.
De acordo com Lammoglia, o AIRE pode ser utilizado em qualquer lugar ou situação: no ônibus, durante uma corrida no parque ou ainda enquanto o usuário tira um cochilo – basta não estar nem aí para os olhares que o uso do aparelho, fatalmente, atrairá para quem colocá-lo no rosto, em público, para produzir energia.
Por enquanto, o AIRE é, apenas, um conceito – que, inclusive, já rendeu ao seu criador o prêmio internacional Best Of The Best 2011 Design, da organização Red Dot –, mas o brasileiro já tem planos para comercializá-lo. Você aprova a invenção?
Imagem: Divulgação/João Lammoglia

Duracell lança acessório que dará fim aos carregadores com cabo

A Duracell está prestes a lançar um produto revolucionário. Denominado "Wireless Charging Card", o acessório promete carregar seu smartphone sem precisar ligar o aparelho à tomada. Trata-se de um pequeno cartão com um circuito indutivo, tão fino que pode ser armazenado junto à bateria do celular.

 
Duracell Powermat WiCC (Foto: Reprodução/Engadget) 

Apontado como a tecnologia do futuro, o WCC infelizmente só terá compatibilidade com aparelhos que tenham circuitos semelhantes. Além disso, é preciso haver um compartimento especial no celular, com espaço para o acessório ser armazenado e conectado às baterias, além de um aplicativo para monitorar o andamento da carga.
Representantes da Duracell acreditam que isso não deve atrapalhar. Segundo eles, o custo desta operação é mínimo, e qualquer montadora poderia adaptar seus telefones sem problemas. O presidente da empresa, Daniel Schreiber, destaca o lado revolucionário da invenção.
“Mostramos como ele funciona na MWC (Mobile World Congress), com o cartão sendo apoiado na bateria do Samsung Galaxy S II. No geral, acreditamos que há um grande potencial aqui, pensando pelo lado de as empresas entrarem no esquema”, disse.
No entanto, ainda não se sabe quando este projeto pode sair do papel. A companhia ainda tem outros produtos sendo produzidos com maior prioridade de lançamento, mas a ideia não será descartada.



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma ótima alternativa para acabar com problemas causados por plásticos derivados do petróleo: Plástico feito de plantas!


Parece ser a solução para muitos problemas – um plástico que não é derivado de petróleo. A IBM diz ter descoberto uma forma de fabricar plástico a partir de plantas. Além de ser biodegradável, o material economizaria energia.
Os cientistas que fizeram a descoberta dizem que ela pode gerar uma era de sustentabilidade na indústria dos plásticos – e a partir de um recurso renovável, que não esgotaria o planeta da forma com que a extração de petróleo e o processo de fabricação do plástico a partir do petróleo causa.
Os plásticos vegetais também seriam recicláveis, e poderiam ser reciclados repetidamente, não apenas uma vez. A IBM está testando o plástico na Arábia Saudita, inicialmente como embalagem de alimentos e bebidas.


Segundo os pesquisadores, além de ecologicamente correto, o plástico vegetal também seria bem mais barato.

Fonte: http://hypescience.com/plastico-feito-de-plantas/
Por: Mariana de Amorim 

sábado, 1 de outubro de 2011

A sustentabilidade do Rock in Rio 2011

Preparado para receber mais de 150 artistas que tocarão para 700 mil pessoas, o Rock in Rio 2011 conta com Plano de Sustentabilidade que pretende reduzir o impacto ambiental do festival e, ainda, trazer benefícios sociais para a comunidade do Rio de Janeiro




Começa nesta sexta-feira, 23/09, no Rio de Janeiro, a edição 2011 de um dos maiores festivais de música do mundo: o Rock in Rio, que acontece na capital fluminense, durante sete dias, até 02/10. Mais de 150 artistas nacionais e internacionais, que tocarão para cerca de 700 mil pessoas, passarão pelos palcos do Parque Olímpico Cidade do Rock e, para garantir não só a diversão mas também a sustentabilidade do evento, a organização do festival traçou o Plano de Sustentabilidade Rock in Rio 2011.

O documento prevê uma série de ações que compreendem o momento de preparação, realização e desmontagem do Rock in Rio, com o objetivo de reduzir os impactos ambientais do festival de música e, ainda, trazer benefícios sociais para a comunidade do Rio de Janeiro.

Confira, abaixo, as principais iniciativas que compõem o Plano de Sustentabilidade Rock in Rio 2011 - que inclusive rendeu ao evento o Selo 100R de certificação sustentável, concedido pela instituição portuguesa Sociedade Ponto Verde.

DESTINAÇÃO CORRETA DOS RESÍDUOS 520 lixeiras para resíduos recicláveis e não-recicláveis estarão espalhadas pela Cidade do Rock e serão constantemente esvaziadas pela Comlurb - Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro. Os donos e funcionários das lojas, bares e restaurantes do festival também foram instruídos para separar o lixo em seus estabelecimentos.

Os resíduos recicláveis serão encaminhados para a Usina de Jacarepaguá e triados pelos profissionais da Cooperativa Barracoop, que ficarão com toda a renda da venda dos materiais. Já o lixo orgânico irá para compostagem na Usina de Transferência e Reciclagem do Caju. A intenção é produzir adubo orgânico que será destinado para o Programa Rio Capital Verde, da prefeitura fluminense, que visa o reflorestamento da cidade.

Os resíduos que não puderem ser reaproveitados de alguma maneira serão encaminhados para aterros sanitários do município e as 520 lixeiras utilizadas durante o evento serão doadas à Comlurb para serem instaladas nas Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro.

REDUÇÃO E COMPENSAÇÃO DAS EMISSÕES DE CO2
A organização do Rock in Rio 2011 distribuiu para todos os patrocinadores e fornecedores do festival um manual de boas práticas, que trazia dicas de como reduzir as emissões de CO2 para a realização do evento.

A liberação de gases que não pode ser evitada será contabilizada e neutralizada, no próprio Estado do Rio de Janeiro, por meio de co-financiamento de projetos de sequestro de carbono e de incentivo a estudos que visam desenvolver tecnologias de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

INCENTIVO AO TRANSPORTE PÚBLICO Para evitar o trânsito que geralmente ocorre durante os shows e festivais de música, a organização do Rock in Rio procurou incentivar o público a usar transportes públicos para ir ao evento. A frota das linhas regulares de ônibus que passam pelas proximidades da Cidade do Rock serão reforçadas e ainda haverá corredores exclusivos para o público do evento.

Além disso, as avenidas de acesso à Cidade do Rock estarão bloqueadas para carros e taxis e não haverá estacionamento nos arredores.

ACESSIBILIDADE Para receber dignamente as pessoas com mobilidade reduzida, haverá rampas de acesso e banheiros especiais por toda a Cidade do Rock. Além disso, os dois principais palcos do festival terão área especial reservada para este público, que ainda terá direito a levar um acompanhante para o local.

ATRAÇÕES SUSTENTÁVEIS Entre as atrações "verdes" do festival, estão a EcoPista, pista de dança que produz energia limpa a partir dos passos feitos pelo público, e as EcoBikes, que transformarão a energia mecânica das pedaladas em eletricidade para movimentar a roda gigante do evento.

O Rock in Rio também contará com apresentação da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, que reúne crianças e jovens carentes do país que buscam se reintegrar socialmente por meio da música. A orquestra se apresentará neste sábado, 24/09, ao lado do cantor Mike Patton, do Faith No More.

PROJETO "POR UM MUNDO MELHOR" Na edição 2011, o projeto social do Rock in Rio tem como tema "A música como alicerce na formação dos jovens" e, entre outras ações, promove a Campanha Nacional de Doação de Instrumentos Musicais.

Até 02/10, qualquer cidadão pode entregar, nas mais de mil agências dos Correios que participam da iniciativa, instrumentos musicais novos ou usados, que serão encaminhados para ONGs de todo o Brasil que utilizam a música como ferramenta de educação, formação e inclusão social.



Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br
Por: Andreia Cristina

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Nike lança tênis feitos de revistas recicladas

 A Nike Sportswear lança uma coleção de tênis que alia moda à sustentabilidade. Os sapatos feitos a partir de materiais reciclados dão um toque diferenciado à coleção e impedem que diferentes resíduos sejam descartados inadequadamente.



O tênis é feito com papéis coloridos e estampas. Apesar de parecer estranho, o modelo é realmente construído por tiras de revistas recicladas, costuradas e reforçadas por um material transparente e resistente. O papel é tratado, para conferir resistência ao calçado; e as peças são exclusivas devido ao processo único envolvido; cada estampa é feita com a combinação de diversas impressões e com diferentres tipos de sequências.
Muito parecido com a coleção Nike Trash Talk, que inclui sapatos construídos por restos encontrados no chão de fábrica, a Nike Sportswear Premium Print Pack, nome dado à coleção, não deixa nada ir para o lixo e transforma velhas questões em novos lançamentos.
Esta não é a primeira incursão da gigante americana no assunto reciclagem. A empresa vem recuperando velhos tênis há décadas. O programa Reutilize um Calçado, que começou no início da década de 90, recolhe e processa o material transformando-os em Nike Grind, uma matéria-prima feita de papel reciclado e sucata de tênis, que pode ser usada em todos os tipos de superfícies desportivas. Para construir esses pisos, a multinacional trabalha com empresas líderes da indústria de pavimentação. Com essa política, a marca já reciclou 24 milhões de pares de sapatos até hoje, incluindo as doações de tênis de outras marcas.
A coleção ecológica de sapatos, feitos a partir de revistas recicladas, estreou em quantidades limitadas no primeiro dia de 2011, na Europa e China. No entanto, os tênis podem eventualmente tornar-se disponíveis nos EUA ou outros mercados selecionados, mas ainda não há previsão para a comercialização no mercado brasileiro.

Fonte: Exame.com
Por: Renata Benfica

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Faz o quê?

O programa "Faz o quê?" da Fundação RTVE, mostra o dia a dia dos cursos de graduação da UFG. Este é um meio de solucionar as dúvidas de vestibulandos e de dar mais visibilidade aos cursos. Esta semana, saiu o episódio que trata do curso de Engenharia Ambiental da UFG. Veja o episódio completo abaixo:

Parte I


Parte II


Parte III





Fonte: Youtube/Rtve
Por: Ana Cláudia Lima

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Copo descartável comestível e ecologicamente correto... que tal?

Uma surpresa agradável para o final de férias das crianças pode ser tornar uma brincadeira divertida também em uma festa para amigos. Que tal brindar com um copo descartável colorido e ainda por cima comestível? Em defesa do sustentável, poderá argumentar que vai diminuir a quantidade de lixo. Os copos que ganharam o nome de “Jelloware”. São feitos de uma gelatina de algas conhecida como agár agár.
Foi criado por um escritório de design norte-americano, o The Way We See The World, e disponibilizado nos sabores limão com manjericão, gengibre com hortelã e alecrim com beterraba.
São comestíveis e também são biodegradáveis. Podem ser enterrados em locais próprios após o uso, já que servem de adubo para as plantas e não agridem o ambiente como o copo descartável de plástico. Se não quiser experimentá-los nem enterrá-los, você também pode guardar o “Jelloware” na geladeira para preservar sua consistência gelatinosa.
Fonte: http://style.greenvana.com
Por: Mariana de Amorim

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Garrafas PET, podem virar gasolina!

   Que garrafa PET demora trocentos anos para se decompor (400 mais precisamente), que é o mal da humanidade na produção de lixo (coca na garrafa de vidro é bem mais gostosa), que pode ser reciclada e reutilizada para fazer bolsas, lâmpadas (lâmpadas?), artesanatos, etc etc etc. Todo mundo já sabe, ou pelo menos vai ficar sabendo com os links deixados acima; mas garrafa pet sendo transformada em gasolina? Difícil acreditar? 
   Uma empresa japonesa (tinha que ser asiático) chamada BLEST (se você domina japonês vai fundo no site, mas se não....nem o chrome consegue traduzir!) desenvolveu uma máquina, que consegue transformar alguns tipos de plásticos em óleos que processados podem se transformar em óleo diesel, querosene e gasolina.
   É uma máquina pequena e que segundo o vídeo que segue, faz uma procedimento bem simples de derreter o plástico e depois colocá-lo em contato com a água, que pode ser de torneira diga-se de passagem.
   Atualmente, este feito tecnológico está disponível apenas para empresas, mas segundo o professor Akinori Ito, o inventor, a ideia é expandi-la para que fique popular e possa ser usada por todos. 


Plástico em combustível. por techgurubr

   Agora imagina a cara dos Shakes do petróleo sabendo dessa notícia? Melhor o japa abri o olho, a morte dele deve está sendo encomendada! 
   Se essa máquina chegar aqui, vai ter muita gente revirando lixo, ainda mais com o preço que anda a gasolina! #oremos

Fonte: Coletivo verde
Por: Malumara

domingo, 28 de agosto de 2011

Biodigestores são alternativa para minimizar efeitos da produção

     Que a produção de alimentos gera impacto ambiental todos estão cansados de saber. Porém nem todos conhecem as atividades que alguns produtores, incentivados pela consciência ($) de empresas beneficiadoras, realizam.
     Com isso, uma matéria veiculada hoje no programa Globo Rural, mostra como a redução de impactos pode ser vantajosa do ponto de vista econômico e ambiental, associado à produção principalmente de suínos, no sul do Brasil.

Parte I 


Parte II



Para ler a matéria completa é só clicar aqui e aqui.

Fonte: G1 Economia
Por: Ana Cláudia Lima

domingo, 26 de junho de 2011

Reaproveitamento de Energia


         Depois do surgimento de notebooks que possuem células que captam energia solar para seu funcionamento (aqui), uma equipe de pesquisadores da universidade australiana RMIT propõem a conversão da energia mecânica que provêm do uso do teclado em energia elétrica, pelo simples uso de um filme piezoelétrico, que realiza essa conversão.
        Segundo o co-autor do estudo Dr. Madhu Bhaskaran:
"O poder de piezelétrica poderia ser integrado em tênis de corrida para carregar telefones celulares, laptops, ou mesmo usado para converter a pressão arterial em uma fonte de energia.
Como a maioria dos produtos nanotecnológicos, o filme piezoelétrico não está pronto para o uso, porque ainda não é rentável para a fabricação, mas você pode imaginar um computador portátil que nunca esgote sua bateria porque é constantemente carregado simplesmente porque você o utiliza?

Isso seria um sonho tornando realidade.


E quem sabe um dia: 
kidding!


Fonte: http://dvice.com
Por: Ana Cláudia Lima

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Chapa Eleita

A muito tempo não postamos, devido ao transtorno de fim de semestre, mas felizmente está acabando.

A chapa eleita para o Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental foi a única inscrita, a Hakuna Matata.
Os membros honorários são:


Nome: Alisson Rodrigues Castro

Matricula: 100044

Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Ana Claudia Lima de Sousa

Matricula: 100046

Cargo assumido: Tesoureira



Nome: Andrea Cristina Fonseca Alves

Matricula: 115236

Cargo assumido: Auxiliar da diretoria de Cultura e Eventos



Nome: Aquila Silva Levindo

Matricula: 100047

Cargo assumido: Vice-Presidente



Nome: Guilherme Milhomem da Silva

Matricula: 100063

Cargo assumido: Presidente



Nome: Isabella Almeida Costa

Matricula: 110094

Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Luíza Virgínia Duarte
Matricula: 115240
Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Malumara Ferreira Silva

Matricula: 100072

Cargo Assumido: Diretora de cultura e eventos



Nome: Mariana de Amorim Vieira Bento

Matricula: 110106

Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Paola Cristine Hungerbuhler

Matrícula: 110111

Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Renata Benfica Lima e Silva

Matricula: 110114

Cargo Assumido: Auxiliar da diretoria de Cultura e Eventos



Nome: Samara Silva Soares

Matrícula: 110115

Cargo Assumido: Membro Honorário



Nome: Sandro Paiva Sousa

Matricula: 100083

Cargo Assumido: Diretor de Assuntos Acadêmicos



Nome: Uendel Alves Pereira

Matricula: 110117
      Cargo Assumido: Auxiliar da diretoria de Assuntos Acadêmicos

 Qualquer duvidar, so mandar um email, ou comentar nesse post.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

XIII FICA - 2011

Esse ano ocorrerá nos dias 14 a 19 de junho de 2011.

Um pouco sobre o festival:
A Cidade de Goiás transforma-se, a cada mês de junho, em um grande palco, agora, para viver mais uma edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica).
Desde o início, o festival busca fortalecer-se como palco das discussões da temática ambiental dentro de um conceito mais amplo, que combine desenvolvimento com a melhor qualidade de vida no planeta. Nesse aspecto, o Fica abre espaço para as discussões do desenvolvimento sustentável não apenas na tela, mas com oficinas, mesas-redondas, palestras e outras atividades que levam à mais ampla abordagem das questões do meio ambiente. Por essa linha de ação busca ainda reforçar a consciência para a melhor relação homem/natureza.
Na verdade, o Fica vai além do cinema. Possui uma programação multicultural paralela, pondo em cena espetáculos que valorizam a criação musical, o teatro, a dança e literatura. O alcance e os benefícios do festival são imensos. Durante sua realização, o turismo se amplia, e com ele o número de empregos. Na velha capital de Goiás, circulam informação, cultura e pessoas interessantes de todo o mundo. Enfim, o festival avança como precioso momento em que história, cultura e meio ambiente se encontram em nome da cidadania e de uma vida de melhor qualidade para todos.
Ano passado teve um público de150 mil, com varios cursos, oficinas e foruns.

Contatos:
Telefones:

+55 62 3225-3436
+55 62 3223-1313
Fax:
+55 62 3224-2642
E-mails
Geral: fica@fica.art.br
Produção nacional: prodnacional@fica.art.br (Márcia Deretti)
Produção internacional: prodinternacional@fica.art.br (Fabiana Duarte)
Cursos: oficinas@fica.art.br (Denise Coelho) 


Muitos veteranos ja foram no FICA, para saber mais detalhes pergunte a eles.
E vão esse ano novamente, participem pois é uma experiencia nova.
OBS: Tem festas também.

fonte: http://www.fica.art.br/o-festival/
Por: Guilherme Milhomem

domingo, 15 de maio de 2011

Estágios pelo Ciee

O curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Goiás, é novo, por isso não podiamos pegar estágio (também devido a outros fatores).
Porem a partir da semana passada o curso foi cadastrado no ciee, com a ajuda do professor Paulo Scalize e do professor Alexandre Kepler, ou seja, podemos estagiar como graduandos em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Goiás.

sábado, 7 de maio de 2011

Antenas de luz das bactérias verdes são desvendadas

Uma equipe internacional de cientistas desvendou a estrutura da clorofila nos clorossomos das bactérias verdes. Clorossomos são as pequenas antenas que essas bactérias utilizam para captar a luz e gerar a energia de que precisam para viver.
Um clorossomo, uma verdadeira antena biológica, é uma estrutura alongada que pode conter até 250.000 moléculas de clorofila. Diversos grupos de pesquisadores ao redor do mundo estão tentando descobrir formas de imitar as plantas, as algas e as bactérias, gerando energia a partir de uma fotossíntese artificial.

Folhas artificiais
De acordo com o professor Huub de Groot, da Universidade de Leiden, na Holanda, que coordenou a pesquisa, estruturas sintéticas que imitem os clorossomos poderão ser utilizados no desenvolvimento de folhas artificiais, uma geração totalmente nova de células solares.
Como as bactérias verdes captam a energia solar com altíssima eficiência, transformando-a na energia química que necessitam em seu metabolismo, a reprodução sintética desse mecanismo poderá levar a formas muito eficientes para criar combustíveis líquidos ou eletricidade a partir da luz do Sol.

Nanotubos naturais
A estrutura da clorofila é uma combinação de nanotubos naturais concêntricos. O resultado é uma espécie de "mastro" telescópico extremamente robusto, que funciona como uma antena.
As moléculas de clorofila formam hélices ao longo dos mastros de nanotubos. Através delas, a energia dos fótons migra para as proteínas na membrana celular, onde acontece a conversão química.
A estrutura flexível dos clorossomos permite que o animal varie as dimensões de suas antenas de luz para se adequar a diferentes condições de iluminação. Quando a intensidade da luz é muito baixa, a antena se estende e as moléculas de clorofila assumem outros arranjos para se adequar à alteração nas dimensões de seu ponto de fixação.
O esquema é tão eficiente que permite que a bactérias verdes aproveitem a luz do Sol no fundo do mar, a até 100 metros de profundidade.

Alternativa para conversão solar
As plantas e algas também convertem a luz do Sol em energia química e já se conhecia o funcionamento de suas antenas coletoras de luz. Já os clorossomos são muito heterogêneos em sua composição molecular, o que impede sua análise com as ferramentas tradicionais de cristalografia de raios X. Os pesquisadores tiveram que inventar técnicas novas para desvendar sua estrutura.
Uma das razões pelas quais os clorossomos são uma alternativa mais interessante para uma nova geração de dispositivos de conversão solar é que eles têm uma composição mais simples e são extremamente eficientes, mesmo em condições de baixa luminosidade.

A bola agora vai para a nanotecnologia
Na fotossíntese natural, a quantidade de luz solar geralmente não é um fator limitador, mas as bactérias verdes vivem um ambiente onde é difícil falar em "intensidade" de luz, já que suas moléculas de clorofila podem receber apenas alguns poucos fótons por dia.
Elas conseguem isso graças ao empilhamento muito denso das suas moléculas de clorofila, com fortes ligações entre as moléculas. Esse arranjo permite combinar a energia captada pelas centenas de milhares de moléculas para gerar um fluxo elétrico suficiente para a conversão da energia química necessária à vida do animal.
Agora que desvendaram os segredos das antenas de luz das algas verdes, os cientistas vão se dedicar ao próximo passo da pesquisa: usar as ferramentas da nanotecnologia para criar materiais nanoestruturados que possam captar a luz e convertê-las em combustíveis químicos.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=antenas-de-luz-das-bacterias-verdes&id=010115090529

Artigo sugerido por: Isis Terra

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Eleição do Centro Acadêmico Engenharia Ambiental (CAEAMB) - Inscrição de Chapas

Boa noite.
A partir de segunda-feira (09/05/2011) estará aberta as inscrições de chapas para a eleição do CAEAMB, que se encerrará dia 03 de junho de 2011. A votação será no mês de junho sem data definida por enquanto. A inscrição da chapa deverá ser feita com Guilherme Milhomem do 3º período.

Os cargos são: Diretoria Administrativa, Diretoria de Comunicação, Diretoria de Finanças, Diretoria de Cultura e Lazer, e Diretoria de Assuntos Estudantis.
Os representantes oficiais dos cargos, não participam mais do CAEAMB por motivos pessoais, logo os cargos foram ocupados por alunos da 2ª e 3ª turma.

O estatuto atual está sendo reformulado para se aproximar mais do curso de Engenharia Ambiental e de seus alunos, quando estiver pronto, posto no blog, que deve ser durante esse mês, para que ocorrá tambem votação.

Obs: A pessoa que estiver interessada em ler o estatuto atual deverá procurar Guilherme Milhomem.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Água já pode ser usada para recarregar seu celular!!



“Oi? Água para carregar meu celular?”
Você deve estar se fazendo esta pergunta, mas, sim, é verdade!
O PowerTrekk é uma combinação de bateria com célula combustível que tem seu funcionamento a base de água. Assim, uma colher de sopa de água é suficiente para fazer o carregador retirar o hidrogênio da água e a utilizá-lo para gerar a eletricidade necessária para carregar seu celular.
A ideia é muito bem-vinda porque cada vez mais usamos e dependemos desses gadgets muito bem carregados em nosso dia a dia – e nem sempre há uma tomada por perto. Mas, mais que isso, mesmo havendo tomadas por perto, o Power Trekk é uma alternativa ao consumo de energia elétrica, afinal, basta uma colheradinha!
Há, contudo, ainda, alguns mistérios, como a autonomia do carregador. Mas o que não há dúvidas é que o futuro está aí, nessas invenções que hoje soam malucas, mas amanhã poderão ser o diferencial na sustentabilidade do planeta.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Espaço das Profissões - Engenharia Ambiental



Evento anual, em que a UFG abre seu espaço, para estudantes visualizar como é o dia-a-dia universitário de cada curso, e promover integração entre professores e alunos! 
A Engenharia Ambiental estará presente em:
-Espaço interativo da Engenharia Ambiental: Centro de aulas Aroeira - sala 3
OBS: Haverá demonstração de experimentos.

 -Palestras : Dia 28/04 - Local: CCE (Piso Superior/Sala 1)
às 14h e às 19h

Dia 29/04 - Local: CCE (Piso Superior/Sala 1)
às 8:30h e às 14h

-As atividades terão início às 14 horas do dia 28 de Abril (quinta-feira) e vão até sexta!


Terão alunos do curso para orientar e esclarecer possíveis dúvidas na sala interativa! Não deixem de participar! Uma ótima oportunidade para os estudantes que estão na difícil luta de escolha da profissão!

Um ótimo evento para todos!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Novas hidrelétricas no Pantanal

Ambientalistas apontam para um problema novo no Pantanal: a construção de hidrelétricas na região. As usinas tiram proveito da queda natural entre o Planalto Central do Brasil e a planície onde fica o Pantanal. Hoje já existem 37 barragens em rios que alimentam a região e mais 62 pequenas centrais hidrelétricas estão em construção ou em estudos. Quase todas são pequenas centrais que produzem pouca energia.
A população que mora próxima à esses locais possivelmente escolhidos, observam os impactos causados por essas PCH's, tais como: o declínio da pesca e da biodiversidade e as belezas naturais que perderam sua majestade para a eletricidade.
Agora o ponto a ser observado criticamente por nós é a falta de atenção por parte da Secretaria de Meio Ambiente dos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O Secretário de MA diz que "não existem estudos específicos que apontem para sérios danos ao local". 
Esses estudos não deveriam ser realizados antes de que os projetos fossem aprovados?
A opinião da população não deve ser levada em consideração para esse tipo de investimento? 
Há um custo-benefício em relação aos investimentos?
Os parâmetros utilizados apontam para o desenvolvimento sustentável da região?

Deixo em aberto essas questões para que possamos debater...
Gostaria que todos participassem!

Se você não viu essa reportagem, clique aqui para assisti-la.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Conscientização sobre o ruído



Dia 27 de abril acontece em algumas partes do mundo o Dia Internacional de Conscientização sobre o ruído. E Goiânia também participará deste movimento! Acontecerá no Terminal Rodoviário e será entre 14:25 às 14:26h.
Galera que sofre com os efeitos da poluição sonora em nossa capital, vamos participar!!
Além do "momento silêncio" eles possuem alguns objetivos tais como:

  • Medição de ruído e divulgação dos resultados em diferentes locais;
  • Mobilização de estudantes de graduação de Fonoaudiologia, Engenharia Acústica, Engenharia Ambiental e de outros cursos de áreas afins;
  • Reuniões com entidades governamentais determinantes de políticas públicas ambientais e da saúde;

Maiores informações no site: http://inadbrasil.org/inad2011/

Vamos fazer acontecer galera!!!